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Musculação na 3ª Idade
A partir da 3a/ 4a décadas, o homem passa a sofrer um processo gradual e irreversível de declínio físico e mental (diminuição no número de neurônios).


O processo de declínio mental pode ser retardado com atividades que estimulam o intelecto: leitura e estudo, pesquisas, jogos, etc. Com relação ao declínio físico “A única maneira, cientificamente comprovada, de prolongar a longevidade do ser humano é com a prática regular da atividade física”.(J.Weineck).

O idoso, muitas vezes já se encontra em processo de osteoporose, hipotrofia muscular, obesidade, distúrbios do equilíbrio e visual, os quais somados, faz elevar bastante as chances de quedas e fraturas. Estes dois últimos se colocam entre os maiores causadores de morte entre os idosos: complicações cirúrgicas, infecção hospitalar, efeitos deletérios da imobilização no leito, depressão etc.

O ancião que passa a praticar exercícios com pesos, com profissionais especializados, passa a perceber rapidamente mudanças significativas em si. A melhora nos níveis de açúcar e gordura no sangue, a diminuição do percentual de gordura corporal que resulta em redução na pressão arterial e sobre as articulações, previnem as doenças crônicas – degenerativas: hipertensão arterial, diabetes, osteoporose, aterosclerose e ostreoartose, além do infarto do miocárdio e outras.

Porém é o aumento da força muscular, que lhe devolve a melhor qualidade de vida. O idoso antes, caseiro, fraco, dependente e vulnerável, torna-se agora independente ,confiante, ativo e social. Como exemplo: as pequenas compras do mercado, antes bastante pesadas e que resultavam em dores articulares generalizadas, além de elevar a pressão arterial e freqüência cardíaca a níveis potencialmente perigosos à saúde cardiovascular, passam a tornarem-se muito mais leves e menos perigosas, uma vez que o idoso está bem mais forte e mais resistente, após treinamentos com pesos.

Os inúmeros exercícios, posicionamento corporal e formas de execução, resultam em maior coordenação e equilíbrio corporal, o que aliado a maior força muscular e menor incidência à osteoporose, reduzem bastante o índice de queda e morte entre os idosos “atletas”.

Os exercícios de alongamento e aeróbio também devem complementar o programa de exercícios visando melhorar ainda mais a sua independência e qualidade de vida.

“Uma as maiores tragédias da atualidade é que estamos aumentando a longevidade do ser humano em uma década, sem dar–lhes a capacidade de operá-lo independentemente” (Cooper, k, 1991).

Com todos esses aspectos profiláticos às doenças e morte, os benefícios à saúde e o resgate à independência e melhor qualidade de vida com mínimos riscos, fazem dos exercícios resistidos a grande revolução na geriatria atual.

Vinícius Galvão
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