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Síndrome da Fibromialgia
O artigo anterior sobre o mesmo tema abordou a visão da medicina ortomolecular da Fibromialgia. Neste, pontuaremos como a medicina clássica enxerga esta patologia.


Nos anos 40, pessoas que apresentavam dores na coluna com ou sem ciatalgia incluindo ou não alterações do sono ou psicológica, foram classificados como portadores de lombalgia psicogênica ou raquialgia neurótica. Em 1990 o (ARC) unificou estes termos numa mera denominação de fibromialgia. O seu diagnóstico é detectado apenas com a avaliação clínica: dor generalizada crônica em 11 ou mais dos 18 pontos dolorosos. Distúrbios do sono, do humor, prisão de ventre, sensibilidade ao vento frio, garganta seca, sensação de peso nos olhos e de aumento de volume articular, fadiga, rigidez matinal, parestesias, perna inquieta, tonturas, instabilidades ao andar, dificuldade de engolir, ansiedade, depressão, fobias, manias, síndrome do pânico; podem ou não estar presentes: 100% dos pacientes apresentam distúrbios do sono e acordam cansados mesmo dormindo de 8 a 10 horas; 75% queixam-se de fraqueza e adormecimento nos membros; 50% apresentam depressão; 50% têm dor de cabeça e cólon irritável; há uma predileção clara pelas mulheres.

O inicio do processo não está bem claro. Alguns relatam excesso de trabalho, estresse psicológico e atividade física extenuante (atletas). Inúmeros estudos mostram que processos catastróficos existem na história das fibromiálgicas: grandes acidentes, abusos sexuais, perdas econômicas e familiares, etc. Coincidentemente o quadro dos sintomas piora no horário do acontecimento, por exemplo: se a associação foi feita com abuso sexual a dor piora ao anoitecer e na cama. Alguns autores vêem nos pacientes um ressentimento, com descontentamento e revolta. Como não podem dar vazão a essa hostilidade no emprego, na família, na sociedade, permanecem em constante estado de estresse e tensão muscular, o que leva à dor, tensão, rigidez, fadiga, insônia e conseqüentemente a incapacidade de relaxar. Não há exames laboratoriais e radiológicos que possam identificar esta doença. O exame de sangue mostra apenas que quanto menor a quantidade de triptofano (precursor da serotonina-hormônio analgésico natural), maior o sintoma doloroso. Até mesmo a eletromiografia é incapaz de diagnosticar.

Tratamento:

Como a fibromialgia é uma doença poli-sintomática tenta-se tratar o paciente com o quadro que ele apresenta: tratamentos psicológicos, sedativos, analgésicos, antiflamatórios não-hormonais, drogas músculo-relaxantes, antidepressivos, antipsicóticos, psicoterapia breve, corticóides e vitamina B12, tratamento homeopático, infiltrações locais e intratecais, acupuntura, fisioterapia: trações vertebrais, massagem, técnicas manipulatórias, ... etc. constituem 0 arsenal de recursos terapêuticos no combate a esta patologia.

A nossa experiência com fibromialgia e exercícios vem mostrando que realizando diariamente atividade aeróbica moderada de no máximo 30 min.

musculação leve e, alongamentos e trações suaves fez melhorar bastante o quadro sintomático de forma impressionante. Provavelmente a liberação de endorfinas (substâncias analgésicas naturais) aliado em conseguir atingir um sono mais profundo pós-esforço físico pode explicar parcialmente a redução importante da maioria dos sintomas nos fibramiálgicos. O relato da melhora da qualidade de vida nestes pacientes faz instigar o aprofundamento de novas pesquisas com esta nova terapia, a atividade física. Muitas novidades deverão surgir a exemplo da supressão de lactose da alimentação na melhora das dores musculares.

Maiores informações no site: www.fibromialgia.com.br

Vinícius Galvão
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