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Síndrome Metabólica
A Síndrome Metabólica (SM) é caracterizada pela a agregação de fatores de risco cardiovasculares tais como:


Obesidade visceral, hipertensão arterial, resistência à insulina, hiperinsulinemia e dislipidemia. Níveis elevados de leptina, ácido úrico, além de microalbuminúria e alterações trombogênicas também tem sido documentada nos portadores da síndrome.

A ocorrência desta doença está relacionada a fatores genéticos, hormonais e ambientais, além da inatividade física e excesso de nutrientes, incluindo as altas ingestões de ácidos graxos (gordura) trans e saturados. Inicialmente a comunidade cientifica acreditava que a resistência à insulina era o fator que desencadeava a cascata de distúrbios associados à Síndrome Metabólica. No entanto pesquisas recentes vêem demonstrando a importância da gordura visceral (andróide ou intra-abdominal) na gênese, de um perfil lipídico anormal (aumento da LDL-C, VLDL e diminuição da HDL-C), hiperinsulinemia, hipertensão arterial, hiperleptinemia, intolerância à glicose e diabetes tipo II.

Segundo Organização Mundial de Saúde (OMS), foram estipuladas algumas diretrizes para o diagnóstico da Síndrome Metabólica. De acordo com essas diretrizes, é necessário que o paciente tenha alteração do metabolismo os glicídios e pelo menos duas ou mais alterações, tais como hipertensão, obesidade, dislipidemia e microalbuminúria para o diagnóstico da síndrome.

No seu tratamento uma das abordagens terapêuticas que tem recebido grande notoriedade consiste na adoção de um estilo de vida ativo. Sendo assim, a prática de exercícios físicos aeróbicos mostrou-se surpreendentemente eficaz no retardo e até mesmo na reversão das manifestações clínicas observadas na (SM). Durante nossa revisão bibliográfica constatamos que o exercício aeróbico de intensidade baixa à moderada (50%-70% da FC de reserva), realizado de 3-5 dias semanais e duração de 30-60min, promove alterações benéficas em nosso organismo como, aumento da sensibilidade a insulina, tolerância a glicose, HDL-C (colesterol bom), diminuição do LDL-C (colesterol ruim), triglicérides, pressão arterial e redução do peso resultando tudo isso em grande benefício no controle da síndrome. Já o treinamento resistido (musculação) quando realizado em intensidades de 40 –60% de 1RM (ou seja 40 a 60% do peso Maximo que se consegue levantar somente uma vez) causa aumentos modestos da pressão arterial durante sua execução, reduzem essa pressão após sua realização e, em longo prazo podem promover uma pequena queda da pressão arterial, porem não na mesma magnitude do treinamento aeróbico.

Assim, conclui-se que a (SM) tem como principais componentes às alterações do metabolismo da glicose, obesidade, alterações do metabolismo lipídico e a hipertensão arterial. No entanto, o agrupamento desses fatores de risco piora sobremaneira a morbi-mortalidade cardiovascular nos portadores da síndrome. Entretanto, as mudanças do estilo de vida, tais como dieta equilibrada e rica em antioxidantes, redução do peso corporal e realização de exercícios de forma regular, são recomendadas para os indivíduos portadores dessa síndrome e até mesmo de maneira preventiva para os indivíduos considerados normais com importantes antecedentes familiares para a doença cardiovascular.

Andson Menezes
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